Convido vocês a conhecerem meus trabalhos com serigrafia
cardineseta.wordpress.com


Roteiro
Uma animacao sobre cores, colocando junto cores de temperamentos semelhantes e viajando de imagens em imagens pelos espectros. Usando os recursos digitais e releituras de imagens da web. fazendo a relacao com a pintura, formas\meios antigas e novas\digitais.
Por Rodrigo Fornasaro

animação elaborada por Cardines, com a ajuda de Ricardo Azevedo. veja o blog, muito design gráfico:www.cardines.blogspot.com
ROTEIRO: uma composição de diversas fontes de comunicação gráfica, compondo a frase “design gráfico digital”. Primeiro um lápis, depois uma interface digital escreve e depois uma máscara e um spray terminam o trabalho.

Esta animação, se trata de uma reflexão sobre o ato de fotografar e sua capacidade de manipulação.
Pedro Baroni

Esta animação trata do contexto utilizado na construção de um logomarca. Alta concentração de informação no mínimo de espaço. No caso, a logomarca do metrô paulistano faz uma alusão a principal característica desse meio de transporte: Superfície – Subsolo.
Por Marcel Alonso

Roteiro de Fabricio Caleffi
Como minha contribuição ao site é sobre HQs (historias em quadrinhos), fiz minha animação satirizando a “briga” entre DC Comics (representada na animação pelo Batman) e Marvel Comics (representada pelo Homem-Aranha).
A animacao se inicia com um quadro negro clareando ate mostrar uma rua, a noite, iluminada por um poste.Após todo o quadro negro desaparecer e mostrar o ambiente da rua, a figura do batman sobe vagarosamente ate ocupar o centro da parte de baixo da tela (há um corte na altura dos joelhos do Batman. Ele deve subir em linha reta pelo centro, e alinhar este corte com o corte do quadro).Surge um balãozinho de fiu-fiu como se algum observador da cena assoviasse para o Batman.Após o balãozinho desaparecer, surge o homem aranha ao fundo , como se balançasse em sua teia. Ele pausa no trajeto de acertar o Batman, surge um balãozinho de sua boca com “Fuck off, “Biat-man””, e o Aranha chuta Batman da tela, que sai rodando pela lateral do quadro. O Aranha continua o movimento e sai da tela, deixando somente a imagem de fundo. Obs.: Do momento em que o Aranha surge ate sair de cena, so há pausa no momento em que ele fala. O resto do movimento é continuo.

Célia Regina
Animação que conta a evolução dos equipamentos utilizados no design gráfico. Iniciando com os primeiros grafismos “pintura rupéstre”, até a atual utilização de linguagem digital.

A evolução tecnológica jogou o design para a era digital, tanto na elaboração do design, quanto na distribuição do produto os paradigmas mudaram. Fazendo um modo de navegação rizomático e mapeado talvez eu ajude você a saber de coisas novas quentes e consultar as velharias clássicas que foram parar no código binário. Quem tiver algo a acrescentar favor postar um comentário.
Notáveis do Brasil:
Gringos com pegada política (anarquistas ver mais abaixo):
Site só sobre desenhos políticos:
Outros artistas gráficos
DESENHISTAS BRASILEIROS :
O design digital mais real que o real!
Links de JORNAIS QUENTES que fazem uso do design digital (você pode imprimir)
sobre HQ:
DESIGN relativos a política libertária:
Galria Anarkhia :
panfletos e periódicos anarquistas:
http://www.cnt.es/sovmadrid/archivohistorico3606.htm![]()

arquivo gráfico libertário
They lie we die![]()
banco de imagens da cruz negra anarquista
Radical grafics
Sobre Graffiti:
Bancos de Imagens GRÁTIS:
Bancos de Fontes:
sites de desenhos grafico brasileiros:
http://www.cyberartes.com.br/
Blogs Batutas:
Sites Úteis
Softwares para você sair da idade da pedra.
Softwares livres
Proprietários(eca!) de diagramação:
por Cardines

por Fabrício Caleffi e Cardines
O design de fontes não tem um início determinado. Muitas fontes utilizadas até hoje em dia também apareciam em pergaminhos do século XII, como em pedras, como em manuscritos de pessoas comuns com um pouco mais de ‘paciência’ para escreverem. O tipo de letra refletia a nobreza ou instrução do remetente.
As fontes realmente desenhadas, não só com floreios mas utilizando cores e formatos dos mais diversos, surgiram e foram evoluindo juntamente com a arte gráfica dos quadros e estampas. Mas é com o aparecimento das Histórias em Quadrinhos que temos a real evolução e valorização dessa arte. Nos balões, os artistas acabaram desenvolvendo ‘timbres mudos’: de acordo como se imagina ser o timbre e ritmo da fala do personagem, as fontes e contornos dos balõezinhos começaram a ser desenhadas para passarem o ‘som visualmente’; uma sinestesia brilhantemente desenvolvida e que, assim como tantos outros símbolos também criados nas HQs, tornou-se uma nova linguagem.
Com o advento do computador e a ampliação do uso da internet, artistas anonimos começaram a disponibilizar os mais variados e criativos tipos de fontes em acervos de fazerem inveja ao mais experiente escriba antigo.
Abaixo, alguns links interessantes sobre fontes:
Veja as “dingbats”, fontes que de letra não teem nada! Cada imagem é um link diferente.

A fotografia é, sem dúvida, uma das mais importantes criações humanas. A partir de sua invenção a forma de se ver o mundo mudou significativamente. No mesmo nível de relevância está a criação dos computadores e a sua evolução incansável que nos dá cada vez mais possibilidades. Então o que dizer da inserção da linguagem fotográfica nos meios digitais? Indiscutivelmente esta é uma grande revolução em nossa forma de comunicação.
A fotografia digital nasceu nos anos 60 em meio a guerra fria, com as disputas ideológicas e espaciais entre EUA e URSS. Porém apenas nos anos 90 se deu o início do processo de democratização da fotografia digital. As novas tecnologias começavam a se tornar acessíveis ao grande público, causando grandes mudanças na relação da sociedade com a fotografia. Hoje temos à disposição ferramentas para se capturar imagens digitalmente ou digitalizar imagens já existentes e facilmente manipulá-las em praticamente todas as suas propriedades, desde saturação, brilho. Contraste e nitidez, até a própria forma dos elementos que compõem a foto. Cada vez mais os softwares de tratamento de imagem evoluem, sofisticando os processos de edição e montagem.
Softwares
Existem diversos sistemas de processamento de imagens disponíveis no mercado. Eles se distinguem pela forma de distribuição (Comercial, Shareware, Freeware ), pela área de aplicação (editoração eletrônica, análise científica, visualização, edição informal, pesquisa, …), e pelas plataformas em que estão disponíveis (UNIX, Windows, MAC, …).
O programa mais bem sucedido, não importando a categoria, é o Adobe Photoshop. Atualmente na versão 5.0, é um dos mais robustos e confiáveis sistemas de processamento de imagens. É voltado para editoração eletrônica e não possui funções de análise de imagens. Possui versões para MAC, Windows e UNIX.
Seguindo essa mesma linha temos o Corel PhotoPaint e o Fractal Design Painter, mas estes só rodam no ambiente Windows. O Fractal Design Painter possui mecanismos muito peculiares de pintura, além de permitir a criação de animações usando seqüências de imagens. Outros programas na mesma linha, mas que ganharam popularidade por serem Shareware/Freeware e não possuírem a complexidade dos sistemas acima, são o Paint Shop Pro e o LviewPro. Um programa semelhante a esses, mas que realiza apenas a visualização é o ACDSee, se tornou popular pela facilidade de fazer Slide Shows. Todos esses são somente para Windows. No UNIX temos o GIMP e o XV, este último muito divulgado na Internet. Ambos são Freeware.
Quando se trata de análise de imagem e processamento científico, muitos dos programas mencionados são úteis, mas outros assumem um nicho não atacados por estes.
Na linha Freeware temos o NIH Image (MAC) e o Image Tool (Windows). No UNIX temos ainda dois grandes sistemas o Khorus e o XITE. Sendo que o Khorus abrange muito mais do que processamento de imagens.
Na linha comercial temos o KS-400 (Windows), e o Digital Micrograph (MAC e Windows), ambos voltados para análise de imagens em microscopia ótica e eletrônica. Temos também outros mais gerais, como o Image Pro, o Optimas, e o WiT. Este último tem uma característica muito interessante de permitir a criação de macros usando uma linguagem visual.
Links
-Forum sobre fotografia digital
-Banco de imagens
-A imagem técnica
-Virtual Photo

Marca é identidade visual concentrada: alta densidade de informação no mínimo de espaço.
Para tratar desse assunto, farei uma análise dos primordios do design gráfico no Brasil. Na virada dos anos 1950 para 1960 surgem os primeiros escritórios de design no Brasil. Forminform(Ruben Martins, Geraldo de Barros e etc) em São Paulo e PVDI no Rio(com Aloísio Magalhães a frente). Para completar o quadro, as duas primeiras escolas surgem no início de 60: FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em São Paulo e ESDI – Escola Superior de Desenho Industrial no Rio de Janeiro. Elas vinham inteiramente impregnadas dos ideais do Movimento Moderno: concisão, limpeza, geometria, formas primárias, menos é mais, forma é função.
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O célebre b da Bosano, de Ruben Martins, um toque leve e preciso na epiderme da letra em alusão aos produtos da empresa.
Aço Vilares de Cauduro/Martino traz o movimento vertical do losango que faz referência ao movimento dos elevadores, produto de maior visibilidade da empresa, e que resulta das letras A e V.
O tão conhecido símbolo do metrô. As duas setas indicadoras da particularidade desse meio de transporte – o transito entre superfície e subsolo.
Banco Nacional de Minas Gerais. Aloísio Magalhães dedicou-se como nenhum outro design do país aos temas relativos a uma política nacional de preservação do patrimônio cultural. Na decupagem do círculo nasce uma composição primorosa, que sugere as idéias de moeda em movimento e de um núcleo central protegido e seguro; no entanto, na meio do símbolo está o triângulo dos Inconfidentes, para atestar a mineirice – e o caracter nacional – do banco.
Eucatex - Alexandre Wollner justifica que por tratar-se de um fabricante de laminados flexíveis de madeira com propriedades acústicas, a referência figurativa adotada foi a estrutura orgânica do ouvido humano, obtendo ao final do processo o e de Eucatex.
Fonte: Melo, Chico Homem de – design grafico brasileiro anos 60 org.

por Fabrício Caleffi
A possibilidade de utilizar tantas cores, os softwares cada vez mais avançados para editoração e edição de imagens, além de outros elementos, instigaram ainda mais as mentes criativas por trás dos super-heróis e vilões das Histórias em Quadrinhos (HQs).
Will Eisner, um dos precursores das HQs modernas já utilizava-se de lances de perspectiva inovadores, criando a sensação de um falso 3D, dando profundidade e sensação maior de movimento aos seus quadrinhos, como o famoso Spirit (1940).
Como fã, aprecio muito a utilização que Todd Mcfarlane fez desses conceitos de Eisner. Em sua publicação Spawn, Mcfarlane utiliza muito do meta-quadrinho – a página inteira é concebida como um quadrinho, não somente os quadrinhos normais das HQs – e de quadrinhos em perspectiva, o que, auxiliado pela colação totalmente feita em computadores, dão uma sensação quase cinematográfica das cenas impressas. Como já mencionado anteriormente, as inovações quanto à papel e impressão também são responsáveis por isso; se utilizássemos tantas cores e tão vívidas como as de hoje nas impressões de antigamente, o papel simplesmente desmanchava.
Quanto aos softwares, no começo do ano passado a Marvel Comics lançou um software bem legal para a construção de quadrinhos digitais de seus próprios personagens.
O Marvel Heroes Print Studio prove ao usuário desenhos de seus personagens, cenários, pôsteres, balões de diálogo, e fontes das mais diversas para que qualquer um possa criar sua própria história de fanzine com os personagens da editora. Não tive acesso ao manual do software, mas parece que estas criações tem um local próprio para serem disponibilzadas, no próprio site da empresa, e não podem ser comercializadas na forma impressa, mas a simplicidade de uso da ferramenta mostra bem a facilidade que os softwares proporcionam para que qualquer pessoa possa criar e editorar sua própria revista num computador caseiro.
Aos interessados, o software está disponível para teste no próprio site da empresa, www.marvel.com .

SEMANA DE MULTIMEIOS -TERÇA-FERIA: Um dos tópicos debatidos durante esta Terça-feira que nos chamou atenção foi o novo produto que o grupo Abril lançará, a: Fiz TV. Que promete ser um canal de TV que terá seu conteúdo produzido exclusivamente por telespectadores. Para isso a Fiz TV conta com um site na Internet , bem nos moldes do youtube, que será a relação entre o publico e o canal, através do site os usuários podem postar seus vídeos e também votar em vídeos de outras pessoas que julguem interessantes, desta forma o usuário torna-se também editor de conteúdos pois é através desta votação que canal seleciona quais vídeos iram para o ar. O grupo Abril inova criando um canal de TV altamente democrático e participativo.

por Fabrício Caleffi
O tipo de impressão mais utilizado para larga escala hoje em dia é do tipo offset, evolução da impressão litográfica:
“A Impressão Offset originou-se da evolução do sistema de impressão Litográfica, que foi “inventada” por Alois Senefelder no ano de 1798, na cidade de Munique na Alemanha.
O termo Litografia origina-se do grego, onde:
Litos = pedra
Grafe = escrever.
No processo “usava-se” uma pedra porosa, onde as letras ou figuras eram marcadas a lápis ou pincel, aplicava-se graxa ou óleo de linhaça sobre as imagens e depois umedecia-se a pedra.
A água aderia-se às partes não cobertas pela graxa e óleo, protegendo essas partes de modo a impedir que a tinta se espalhasse por toda a pedra quando aplicada.
Em seguida colocava-se folhas de papel sobre a pedra decalcando a imagem (impressão direta) .
Isso é possível porque a área de imagem (grafismo) é Lipófila e a área sem imagem (contra-grafismo) é Hidrófila.
- Hidrofilia: afinidade que certos materiais tem com a água.
- Lipofilia: afinidade que certos materiais tem com corpos gordurosos.”
A forma de impressão mais utilizada para revistas e livros é a offset, onde as folhas são comprimidas contra uma chapa metálica e cabeçotes com tinta ou, da maneira mais moderna, são impressas através de raios laser (impressão a laser), evitando assim o uso de água (sistema water-less) e permitindo a utilização de papeis diferentes e maior número e vivacidade de cores. A evolução no tipo de impressão é o principal responsável pelos novos modos de editoração das revistas, já que esta pode ser concebida ao bel-prazer de seu editor, sem ter que respeita simetria de linhas, utilizar serifa nas letras para evitar o escorrimento de tinta, ou monocromatismo.
Quanto às cores, originalmente utilizava-se somente o preto obtido através do nanquim, criando-se assim uma gama de tons de cinza, através do contraste de mais ou menos tinta com o papel branco de fundo. Por volta de 1894, as gráficas começam a testar a introdução do amarelo nos jornais, tendo a tirinha “The yellow kid” como a primeira experiência bem sucedida devido ao sucesso deste personagem, por se destacar com seu camisolão amarelo, em uma outra tirinha onde ele era um mero coadjuvante (Fouth Ward Brownies).
Deste momento em diante, iniciam-se os impressos coloridos, com cores obtidas em sua maioria através de pigmentos naturais de plantas, até a utilização de pigmentos químicos (cores metálicas), chegando ao absurdo e incalculável número de cores das quais dispomos hoje em dia, com as mais variadas tonalidades, possíveis principalmente através dos computadores.
Mais em:
http://www.fernandocaparroz.hpg.ig.com.br/offset/impressaooffsetoficial.htm

Parte da pesquisa sobre design gráfico se da a respeito da evolução do design gráfico em mídias como jornais e revistas. Para tanto iniciaremos traçando um histórico dos diferentes tipos de impressão e sua evolução desde a litografia até as atuais matrizes de impressão.
Então mostraremos os avanços que os principais jornais e revistas tiveram em seu lay out, principalmente a partir dos anos 40 quando , principalmente os jornais , passaram a ser vistos como empresas comerciais, portanto recebendo um maior poder econômico e passando a modernizar sua produção.
Momento que coincide com a valorização da linguagem visual que passa a ser notada como tão importante quanto o texto escrito.
Revistas a serem utilizadas durante análise:
- Eu sei tudo. Dos anos 20 rompeu com padrões organizacionais estéticos e éticos.
- Harpers Bazaar. Dos anos 40 sob a direção de Alexey Brodovich foia rpimeira a ocupar uma pagina inteira com uma fotografia
- The Face. Anos 80. Sob direção de Neville Brody
- Ray Gun . Anos 90. Sob direção de David Carson
Bibliografia
- NETO, Carramillo Mario – PRODUÇÃO GRÁFICA II – Burti –1997
- LESSA, Washington Dias – A LINGUAGEM DO DESIGN GRÁFICO –Doutorado em comunicação em Semiótica – PUC SP – 1998
- JUNIOR, José Ribamar Ferreira- CAPAS DE JORNAL: A PRIMEIRA IMAGEM – Doutorado em Comunicação e Semiótica- PUC SP 1997
Célia Regina